sábado, 27 de novembro de 2010

RATOS CONHECENDO OS PERIGOS

Os ratos possuem uma linguagem especial para situações de perigo: o cheiro, que funciona como alerta para os companheiros, tornando-os mais ativos e menos sensíveis.

A sobrevivência de uma espécie muitas vezes depende da capacidade de comunicação entre seus membros. Os sons emitidos por um animal acossado podem fazer a diferença entre a vida e a morte para seus iguais, ao alcance de um inimigo mais poderoso. Mas a comunicação pode ser silenciosa e nem por isso menos eficiente. Certas espécies de ratos, por exemplo, tem uma linguagem peculiar, própria para situações de perigo - o cheiro. Numa série de experiências, psicólogos norte-americanos verificaram que ratos submetidos ao estresse por meio de choques elétricos produzem cheiro específico, que funcionam como um verdadeiro sinal de alarme. Pois, ao sentirem o odor, outros ratos entram imediatamente em estado de alerta: tornam-se mais ativos e menos sensíveis à dor.

Essa perda de sensibilidade foi testada com aplicação de injeções de formalina, substância que provoca irritações locais leves. Em condições normais, os ratos ficam lambendo a área afetada sem parar; mas, expostos ao cheiro do perigo, lambem menos o lugar irritado. Isso se explica, como se descobriu, porque o mesmo cheiro estimula o cérebro a produzir endorfina, um analgésico natural dos organismos. Aparentemente, menos sensibilidade deveria significar chances menores de sobrevivência. Mas, no mundo dos ratos, o perigo geralmente envolve uma dor, que precisa ser ignorada. Atacado por um gato, o rato deve saber safar-se e sair correndo: não lhe sobra tempo para lamber feridas.

MORCEGOS

Animais do filo Chordata, classe Mammalia, subclasse Theria, infraclasse Eutheria, ordem Chiroptera, subordem Microchiroptera, sendo as família mais comumente encontradas a dos Noctilionidae e Phyllostomidae. Duas formas são mais comuns de serem encontradas: o morcego-pescador (Noctilio leporinus) e o morcego-de-orelhas-grandes (Micronycteris). Pode ser observado nas primeiras horas da noite, onde ocorra bastante vegetação frutífera ou lago com pequenos peixes. Em geral, estas duas espécies alcançam no máximo 18 cm de comprimento. Os morcegos, em geral, são os únicos mamíferos verdadeiramente voadores. Os demais mamíferos conhecidos como voadores na realidade são apenas planadores. A membrana existente nos lados do corpo, pernas e rabo são nada menos que extensões da pele das costas e do ventre. São elásticas e finas, sustentadas em maior parte pelos longos dedos da mão, daí o nome quirópteros (Chiroptera: chiro, mão; ptero, asa). Apenas o polegar não está conectado diretamente com a membrana de vôo. Este é pequeno e possui uma em forma de gancho e freqüentemente é usado para agarrar sobre a superfície em que o morcego pousa.

Em várias famílias está presente um lóbulo sobre o nariz e provavelmente possui uma função sensorial, assim como o trago, que é um lóbulo localizado em frente ao orifício do ouvido. Aparentemente, um grande número de cones (um dos tipos de células sensoriais da visão) está desenvolvido na retina em função da atividade noturna do animal. Em muitas espécies estão presentes glândulas de cheiro que produzem um forte odor.

Os morcegos variam muito de tamanho, segundo a espécie, sendo que estes podem medir de 25 a 406 mm de comprimento e a envergadura pode chegar a medir até 170 cm. Os hábitos alimentares são muito diversos, sendo que há as espécies insetívoras (que usualmente seu alimento enquanto voam e eventualmente podem se alimentar de frutas), frutíferas, sugadoras de néctar, carnívoras (se alimentando de pequenos vertebrados, como sapos, pássaros, lagartixas e ratos), piscívoras e hematófagas.

São animais cosmopolitas ocorrendo em todo o mundo, com exceção dos pólos. Essencialmente de hábitos noturnos, escondem-se de dia em cavernas, telhados, buracos em troncos de árvores e até sob densas folhagens da vegetação. Penduram-se de cabeça para baixo para descansar, devido ao grande comprimento dos dedos. Durante o crepúsculo, saem de seus esconderijos a procura de alimentos e voltam ao alvorecer, geralmente para o mesmo lugar que estavam escondidos. Nos países frios os morcegos podem hibernar durante a estação fria. Uma adaptação especial está presente nestes animais, devido ao hábito noturno. É a ecolocalização. O animal emite sons de altíssima freqüência (não audíveis para o ser humano) que são refletidas quando batem nos objetos ou animais e captadas de volta pelas grandes orelhas dos morcegos. Essa adaptação foi comprovada cientificamente em experimentos de laboratórios, soltando se um morcego e uma mariposa em um quarto totalmente escuro. Ainda assim o animal conseguiu localizou a presa. Por isso, mesmo se vedarmos os olhos de um quiróptero, este conseguirá se movimentar tranqüilamente. No entanto, isso não significa que estes animais são cegos, pelo contrário, apresentam uma visão altamente adaptada para o escuro. Portanto, a visão e a ecolocalização formam um sistema muitíssimo eficiente para o deslocamento noturno.

Machos e fêmeas convivem muito bem em uma mesma toca e estes acasalam em uma determinada época. As fêmeas, geralmente, possuem apenas um par de mamas desenvolvido localizado na região torácica. A maioria dos morcegos costuma ter apenas um filhote por ano. Podem viver de 13 a 30 anos, segundo casos relatados. Muitos acreditam que todos os morcegos são vampiros, mas na verdade há apenas três espécies hematófagas. Estas apresentam uma saliva anestésica que é aplicada sobre a pele de mamíferos anestesiando a região, enquanto o animal dorme. Feito isso, o morcego morde a região e lambe o sangue que escorre. Este hábito do morcego é perigoso não pela mordida, mas pelas infecções e doenças que este pode provocar, como a raiva, por exemplo. Há uma crença que afirma que os ratos tornam-se morcegos quando velhos. Embora pareçam muito com ratos, os morcegos (ou os ratos) não podem se transformar em nada, isso ocorre somente em histórias infantis.

sábado, 13 de novembro de 2010

MUITO PERIGOSO AO HOMEM OS CUIDADOS COM O PEQUENINO ESCORPIÃO

Um dos principais riscos que a população corre com o acúmulo de material no quintal das residências vem do escorpião. Por incrível que possa parecer, ele é importante no equilíbrio ecológico. Alimenta-se, por exemplo, de insetos que trazem doenças ao homem.

Porém, ao lado de animais como o mosquito da dengue, o escorpião surge como uma ameaça à saúde da população. Sua presença pode ser sentida em meio a materiais comuns nas residências, como jornais empilhados ou material de construção que fica para o retoque final. Até mesmo aquilo que parece ser um sinal de limpeza pode gerar risco, relata o assessor do Departamento de Zoonoses da Secretaria da Saúde de Limeira, Paulo Baraldi. "Muita gente faz um simples `caminho` no meio de uma horta, usando geralmente restos de piso ou pedras", afirma Baraldi. "Nesses pontos, o escorpião pode se esconder".

A secretaria tem realizado ações para combater aquilo que classifica de fauna nociva. Reuniões mensais juntam órgãos municipais, estaduais e privados que podem colaborar no combate a esses animais. Nos encontros, as ações são discutidas.

Ao mesmo tempo, a secretaria tem acompanhado o procedimento dos hospitais no atendimento aos pacientes vítimas de acidentes com escorpiões. Esses animais geraram 60 acidentes nos últimos 3 meses na cidade. "Os escorpiões só causam acidentes quando provocados. A picada é bastante doída", afirma Baraldi. A pessoa deve buscar socorro médico tão logo seja picada, tentando levar junto o escorpião, para que possa haver a identificação do animal.

Veja algumas dicas, que estão no site da secretaria - www.saudelimeira.sp.gov.br.

Que perigo oferecem e como evitar?
Escorpiões são animais importantes no equilíbrio ecológico. Alimentam-se de aracnídeos e insetos, inclusive aqueles que prejudicam o homem.

Os escorpiões só causam acidentes quando provocados.

Apesar da importância, um número muito grande de escorpiões acaba sendo prejudicial.

O lixo e o entulho da cidade estão criando condições para um aumento excessivo desses seres.

Saiba mais sobre os hábitos dos escorpiões, que riscos oferecem e como evitá-los.

Onde vivem, o que comem
Escorpiões gostam de lugares escuros, estreitos, úmidos e escuros. Lixo, entulho, pilhas de madeira, depósitos de garrafas, pilhas de jornal, material de construção, terrenos baldios, sujeira, criam um ambiente perfeito para os escorpiões.

Comem baratas, cupins, grilos e aranhas. Não sobrevivem sem água.

Como acontecem os acidentes
Escorpiões são ativos à noite. Durante o dia permanecem imóveis, escondidos em lugares escuros e úmidos.

As picadas são quase sempre acidentais e ocorrem quando as pessoas mexem nos materiais onde os escorpiões estão escondidos, sem a proteção de luvas grossas – como as de raspa de couro.

É comum serem confundidos com o ambiente, ou parecerem mortos. Não mexa em um escorpião, mesmo que ele pareça morto.

A picada de um escorpião é doída. Qualquer pessoa que levar uma picada deve procurar o pronto-socorro da Santa Casa. Se possível, leve junto o escorpião.

Para manter os escorpiões longe
Para diminuir o risco de um acidente, é muito importante acabar com os “criadouros”. Veja a seguir coisas simples que você pode fazer para ajudar na solução dos problemas com os escorpiões.

Conserve quintal, jardim, garagem e porão livres de entulho, folhas secas ou lixo.

Nunca deixe lixo ou coisas velhas acumuladas em volta da casa.

Procure sacudir roupas, toalhas e calçados antes de usar.

Material de construção, madeiras, garrafas, devem ser empilhados longe do chão, da parede e do teto, em local bem arejado.

Feche buracos, vãos e frestas das paredes, chão ou móveis, de dentro e de fora da casa.

Vede soleiras de portas.

Ponha telas nos ralos do chão, pias e tanques. Se suas portas não são vedadas, ao anoitecer, feche os vãos das portas que dão para a rua e para o quintal.

O lixo deve ser fechado em sacos, para evitar baratas e outros insetos que poderiam atrair o interesse dos escorpiões. Coloque os sacos na rua apenas 1 hora antes do lixeiro passar.

Limpe cuidadosamente com vassoura de piaçava armários (por dentro e por fora), paredes, pisos, móveis, estrados de cama, cortinas, etc.

Use luvas grossas ao trabalhar com materiais de construção.

Evite ter plantas ornamentais densas, arbustos e trepadeiras junto a paredes e muros da sua casa.

Fique atento aos terrenos vizinhos a sua casa, terrenos baldios são um convite para escorpiões e baratas.

Na área rural, tome cuidado com barrancos, cupinzeiros e troncos de árvore abandonados.

Importante
Inspecione todo material que chega, principalmente material de construção.

Proteja-se usando calçados fechados ou botas de borracha, luvas, camisas de manga longa abotoadas.

Utilize sempre um instrumento como enxada ou vassoura.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

os perigos das cinco piores cobras do mundo

Há pouca razão para temer a morte devido à mordedura de serpentes. Apenas um quarto das cobras é peçonhenta, e dentre as 7.000 mordidas de cobras registradas na América por ano, menos de 15 vítimas morrem. Porém, dentre essas 15 pessoas, estão aquelas que foram picadas por cobras mortais. Conheça as 5 cobras mais perigosas do Mundo:

Inland Taipan

A espécie inland taipan (Oxyuranus microlepidotus) é considerada a cobra mais venenosa do mundo. Possui um veneno hemotóxico potente e complexo (que faz o sangue se liquifazer, destruindo as células sanguineas, podendo ocorrer hemorragias internas), inoculado através de duas presas fixas que tem na parte posterior da boca, capaz de matar um ser humano em menos de 45 minutos. Estima-se que o veneno disponível em suas presas seria capaz de matar 100 homens ou 250.000 ratos. A espécie taipan comum, por sua vez, é considerada a terceira cobra mais venenosa do mundo. É da mesma família da cobra Coral e Naja.

São encontrados principalmente no norte da Austrália e sul da Nova Guinea.

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Naja – Phillippine

A Naja Phillippine é a segunda cobra mais mortal do planeta. Com seu tamanho pequeno, essa cobra possui um dos venenos mais mortais do mundo. Com apenas uma gota de veneno, a neurotoxina afeta os batimentos cardíacos, paralisa função respiratória e pode causar a morte em menos de 30 minutos. A Naja é capaz de cuspir o seu veneno até 3 metro de distância.

Encontradas principalmente nas ilhas de Luzon, Mindoro, Catanduanes e Masbate.

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Indian Krait

Essa cobra, que ocupa o terceiro lugar da lista, possui uma coloração negra azulada com faixar brancas sobre o corpo. Por ser extremamente potente, o veneno da Krait é se espalha rapidamente nas veias sanguineas, causando paralisia muscular. A vítima começa a ter espasmos, cãibras, tremores que comprometem o funcionamento dos orgãos.

Essa belezinha é encontrada principalmente na Índia, Paquistão e Srilanka.

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King Cobra ou Cobra-Real

Apesar de não ter um veneno excessivamente virulento (com uma toxicidade inferior à da maioria das suas “primas”, as najas), possui a capacidade de inocular grandes quantidades por mordida, o que a torna uma das serpentes mais letais. Numa só mordida ela pode libertar até sete mililitros de neurotoxina, suficiente para matar 20 pessoas ou até um elefante. Porém, tal como a maioria das cobras, é tímida e evita o contacto com o homem e só se for acossada se torna ferozmente agressiva.

Encontradas no Sudeste Asiático e Índia.

kingcobra As 5 cobras mais perigosas do Mundo

Mamba-Negra ou Black Mamba

É a cobra mais rápida do mundo, capaz de se deslocar a 20km/h. No entanto, usa essa velocidade para escapar do perigo e para atacar as suas presas. Tem um bote muito rápido e seu veneno causa paralisia, podendo levar a vítima à morte se não for tratada rapidamente. Se a picada for na região do pé ou na canela pode levar de 2 a 4 horas para a vítima vir a morte; ser for picada na região do tórax ou rosto as vítimas morrem em menos de 20 minutos.

Habita as savanas e florestas africanas.

black racer big As 5 cobras mais perigosas do Mundo