sábado, 27 de novembro de 2010

RATOS CONHECENDO OS PERIGOS

Os ratos possuem uma linguagem especial para situações de perigo: o cheiro, que funciona como alerta para os companheiros, tornando-os mais ativos e menos sensíveis.

A sobrevivência de uma espécie muitas vezes depende da capacidade de comunicação entre seus membros. Os sons emitidos por um animal acossado podem fazer a diferença entre a vida e a morte para seus iguais, ao alcance de um inimigo mais poderoso. Mas a comunicação pode ser silenciosa e nem por isso menos eficiente. Certas espécies de ratos, por exemplo, tem uma linguagem peculiar, própria para situações de perigo - o cheiro. Numa série de experiências, psicólogos norte-americanos verificaram que ratos submetidos ao estresse por meio de choques elétricos produzem cheiro específico, que funcionam como um verdadeiro sinal de alarme. Pois, ao sentirem o odor, outros ratos entram imediatamente em estado de alerta: tornam-se mais ativos e menos sensíveis à dor.

Essa perda de sensibilidade foi testada com aplicação de injeções de formalina, substância que provoca irritações locais leves. Em condições normais, os ratos ficam lambendo a área afetada sem parar; mas, expostos ao cheiro do perigo, lambem menos o lugar irritado. Isso se explica, como se descobriu, porque o mesmo cheiro estimula o cérebro a produzir endorfina, um analgésico natural dos organismos. Aparentemente, menos sensibilidade deveria significar chances menores de sobrevivência. Mas, no mundo dos ratos, o perigo geralmente envolve uma dor, que precisa ser ignorada. Atacado por um gato, o rato deve saber safar-se e sair correndo: não lhe sobra tempo para lamber feridas.

MORCEGOS

Animais do filo Chordata, classe Mammalia, subclasse Theria, infraclasse Eutheria, ordem Chiroptera, subordem Microchiroptera, sendo as família mais comumente encontradas a dos Noctilionidae e Phyllostomidae. Duas formas são mais comuns de serem encontradas: o morcego-pescador (Noctilio leporinus) e o morcego-de-orelhas-grandes (Micronycteris). Pode ser observado nas primeiras horas da noite, onde ocorra bastante vegetação frutífera ou lago com pequenos peixes. Em geral, estas duas espécies alcançam no máximo 18 cm de comprimento. Os morcegos, em geral, são os únicos mamíferos verdadeiramente voadores. Os demais mamíferos conhecidos como voadores na realidade são apenas planadores. A membrana existente nos lados do corpo, pernas e rabo são nada menos que extensões da pele das costas e do ventre. São elásticas e finas, sustentadas em maior parte pelos longos dedos da mão, daí o nome quirópteros (Chiroptera: chiro, mão; ptero, asa). Apenas o polegar não está conectado diretamente com a membrana de vôo. Este é pequeno e possui uma em forma de gancho e freqüentemente é usado para agarrar sobre a superfície em que o morcego pousa.

Em várias famílias está presente um lóbulo sobre o nariz e provavelmente possui uma função sensorial, assim como o trago, que é um lóbulo localizado em frente ao orifício do ouvido. Aparentemente, um grande número de cones (um dos tipos de células sensoriais da visão) está desenvolvido na retina em função da atividade noturna do animal. Em muitas espécies estão presentes glândulas de cheiro que produzem um forte odor.

Os morcegos variam muito de tamanho, segundo a espécie, sendo que estes podem medir de 25 a 406 mm de comprimento e a envergadura pode chegar a medir até 170 cm. Os hábitos alimentares são muito diversos, sendo que há as espécies insetívoras (que usualmente seu alimento enquanto voam e eventualmente podem se alimentar de frutas), frutíferas, sugadoras de néctar, carnívoras (se alimentando de pequenos vertebrados, como sapos, pássaros, lagartixas e ratos), piscívoras e hematófagas.

São animais cosmopolitas ocorrendo em todo o mundo, com exceção dos pólos. Essencialmente de hábitos noturnos, escondem-se de dia em cavernas, telhados, buracos em troncos de árvores e até sob densas folhagens da vegetação. Penduram-se de cabeça para baixo para descansar, devido ao grande comprimento dos dedos. Durante o crepúsculo, saem de seus esconderijos a procura de alimentos e voltam ao alvorecer, geralmente para o mesmo lugar que estavam escondidos. Nos países frios os morcegos podem hibernar durante a estação fria. Uma adaptação especial está presente nestes animais, devido ao hábito noturno. É a ecolocalização. O animal emite sons de altíssima freqüência (não audíveis para o ser humano) que são refletidas quando batem nos objetos ou animais e captadas de volta pelas grandes orelhas dos morcegos. Essa adaptação foi comprovada cientificamente em experimentos de laboratórios, soltando se um morcego e uma mariposa em um quarto totalmente escuro. Ainda assim o animal conseguiu localizou a presa. Por isso, mesmo se vedarmos os olhos de um quiróptero, este conseguirá se movimentar tranqüilamente. No entanto, isso não significa que estes animais são cegos, pelo contrário, apresentam uma visão altamente adaptada para o escuro. Portanto, a visão e a ecolocalização formam um sistema muitíssimo eficiente para o deslocamento noturno.

Machos e fêmeas convivem muito bem em uma mesma toca e estes acasalam em uma determinada época. As fêmeas, geralmente, possuem apenas um par de mamas desenvolvido localizado na região torácica. A maioria dos morcegos costuma ter apenas um filhote por ano. Podem viver de 13 a 30 anos, segundo casos relatados. Muitos acreditam que todos os morcegos são vampiros, mas na verdade há apenas três espécies hematófagas. Estas apresentam uma saliva anestésica que é aplicada sobre a pele de mamíferos anestesiando a região, enquanto o animal dorme. Feito isso, o morcego morde a região e lambe o sangue que escorre. Este hábito do morcego é perigoso não pela mordida, mas pelas infecções e doenças que este pode provocar, como a raiva, por exemplo. Há uma crença que afirma que os ratos tornam-se morcegos quando velhos. Embora pareçam muito com ratos, os morcegos (ou os ratos) não podem se transformar em nada, isso ocorre somente em histórias infantis.

sábado, 13 de novembro de 2010

MUITO PERIGOSO AO HOMEM OS CUIDADOS COM O PEQUENINO ESCORPIÃO

Um dos principais riscos que a população corre com o acúmulo de material no quintal das residências vem do escorpião. Por incrível que possa parecer, ele é importante no equilíbrio ecológico. Alimenta-se, por exemplo, de insetos que trazem doenças ao homem.

Porém, ao lado de animais como o mosquito da dengue, o escorpião surge como uma ameaça à saúde da população. Sua presença pode ser sentida em meio a materiais comuns nas residências, como jornais empilhados ou material de construção que fica para o retoque final. Até mesmo aquilo que parece ser um sinal de limpeza pode gerar risco, relata o assessor do Departamento de Zoonoses da Secretaria da Saúde de Limeira, Paulo Baraldi. "Muita gente faz um simples `caminho` no meio de uma horta, usando geralmente restos de piso ou pedras", afirma Baraldi. "Nesses pontos, o escorpião pode se esconder".

A secretaria tem realizado ações para combater aquilo que classifica de fauna nociva. Reuniões mensais juntam órgãos municipais, estaduais e privados que podem colaborar no combate a esses animais. Nos encontros, as ações são discutidas.

Ao mesmo tempo, a secretaria tem acompanhado o procedimento dos hospitais no atendimento aos pacientes vítimas de acidentes com escorpiões. Esses animais geraram 60 acidentes nos últimos 3 meses na cidade. "Os escorpiões só causam acidentes quando provocados. A picada é bastante doída", afirma Baraldi. A pessoa deve buscar socorro médico tão logo seja picada, tentando levar junto o escorpião, para que possa haver a identificação do animal.

Veja algumas dicas, que estão no site da secretaria - www.saudelimeira.sp.gov.br.

Que perigo oferecem e como evitar?
Escorpiões são animais importantes no equilíbrio ecológico. Alimentam-se de aracnídeos e insetos, inclusive aqueles que prejudicam o homem.

Os escorpiões só causam acidentes quando provocados.

Apesar da importância, um número muito grande de escorpiões acaba sendo prejudicial.

O lixo e o entulho da cidade estão criando condições para um aumento excessivo desses seres.

Saiba mais sobre os hábitos dos escorpiões, que riscos oferecem e como evitá-los.

Onde vivem, o que comem
Escorpiões gostam de lugares escuros, estreitos, úmidos e escuros. Lixo, entulho, pilhas de madeira, depósitos de garrafas, pilhas de jornal, material de construção, terrenos baldios, sujeira, criam um ambiente perfeito para os escorpiões.

Comem baratas, cupins, grilos e aranhas. Não sobrevivem sem água.

Como acontecem os acidentes
Escorpiões são ativos à noite. Durante o dia permanecem imóveis, escondidos em lugares escuros e úmidos.

As picadas são quase sempre acidentais e ocorrem quando as pessoas mexem nos materiais onde os escorpiões estão escondidos, sem a proteção de luvas grossas – como as de raspa de couro.

É comum serem confundidos com o ambiente, ou parecerem mortos. Não mexa em um escorpião, mesmo que ele pareça morto.

A picada de um escorpião é doída. Qualquer pessoa que levar uma picada deve procurar o pronto-socorro da Santa Casa. Se possível, leve junto o escorpião.

Para manter os escorpiões longe
Para diminuir o risco de um acidente, é muito importante acabar com os “criadouros”. Veja a seguir coisas simples que você pode fazer para ajudar na solução dos problemas com os escorpiões.

Conserve quintal, jardim, garagem e porão livres de entulho, folhas secas ou lixo.

Nunca deixe lixo ou coisas velhas acumuladas em volta da casa.

Procure sacudir roupas, toalhas e calçados antes de usar.

Material de construção, madeiras, garrafas, devem ser empilhados longe do chão, da parede e do teto, em local bem arejado.

Feche buracos, vãos e frestas das paredes, chão ou móveis, de dentro e de fora da casa.

Vede soleiras de portas.

Ponha telas nos ralos do chão, pias e tanques. Se suas portas não são vedadas, ao anoitecer, feche os vãos das portas que dão para a rua e para o quintal.

O lixo deve ser fechado em sacos, para evitar baratas e outros insetos que poderiam atrair o interesse dos escorpiões. Coloque os sacos na rua apenas 1 hora antes do lixeiro passar.

Limpe cuidadosamente com vassoura de piaçava armários (por dentro e por fora), paredes, pisos, móveis, estrados de cama, cortinas, etc.

Use luvas grossas ao trabalhar com materiais de construção.

Evite ter plantas ornamentais densas, arbustos e trepadeiras junto a paredes e muros da sua casa.

Fique atento aos terrenos vizinhos a sua casa, terrenos baldios são um convite para escorpiões e baratas.

Na área rural, tome cuidado com barrancos, cupinzeiros e troncos de árvore abandonados.

Importante
Inspecione todo material que chega, principalmente material de construção.

Proteja-se usando calçados fechados ou botas de borracha, luvas, camisas de manga longa abotoadas.

Utilize sempre um instrumento como enxada ou vassoura.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

os perigos das cinco piores cobras do mundo

Há pouca razão para temer a morte devido à mordedura de serpentes. Apenas um quarto das cobras é peçonhenta, e dentre as 7.000 mordidas de cobras registradas na América por ano, menos de 15 vítimas morrem. Porém, dentre essas 15 pessoas, estão aquelas que foram picadas por cobras mortais. Conheça as 5 cobras mais perigosas do Mundo:

Inland Taipan

A espécie inland taipan (Oxyuranus microlepidotus) é considerada a cobra mais venenosa do mundo. Possui um veneno hemotóxico potente e complexo (que faz o sangue se liquifazer, destruindo as células sanguineas, podendo ocorrer hemorragias internas), inoculado através de duas presas fixas que tem na parte posterior da boca, capaz de matar um ser humano em menos de 45 minutos. Estima-se que o veneno disponível em suas presas seria capaz de matar 100 homens ou 250.000 ratos. A espécie taipan comum, por sua vez, é considerada a terceira cobra mais venenosa do mundo. É da mesma família da cobra Coral e Naja.

São encontrados principalmente no norte da Austrália e sul da Nova Guinea.

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Naja – Phillippine

A Naja Phillippine é a segunda cobra mais mortal do planeta. Com seu tamanho pequeno, essa cobra possui um dos venenos mais mortais do mundo. Com apenas uma gota de veneno, a neurotoxina afeta os batimentos cardíacos, paralisa função respiratória e pode causar a morte em menos de 30 minutos. A Naja é capaz de cuspir o seu veneno até 3 metro de distância.

Encontradas principalmente nas ilhas de Luzon, Mindoro, Catanduanes e Masbate.

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Indian Krait

Essa cobra, que ocupa o terceiro lugar da lista, possui uma coloração negra azulada com faixar brancas sobre o corpo. Por ser extremamente potente, o veneno da Krait é se espalha rapidamente nas veias sanguineas, causando paralisia muscular. A vítima começa a ter espasmos, cãibras, tremores que comprometem o funcionamento dos orgãos.

Essa belezinha é encontrada principalmente na Índia, Paquistão e Srilanka.

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King Cobra ou Cobra-Real

Apesar de não ter um veneno excessivamente virulento (com uma toxicidade inferior à da maioria das suas “primas”, as najas), possui a capacidade de inocular grandes quantidades por mordida, o que a torna uma das serpentes mais letais. Numa só mordida ela pode libertar até sete mililitros de neurotoxina, suficiente para matar 20 pessoas ou até um elefante. Porém, tal como a maioria das cobras, é tímida e evita o contacto com o homem e só se for acossada se torna ferozmente agressiva.

Encontradas no Sudeste Asiático e Índia.

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Mamba-Negra ou Black Mamba

É a cobra mais rápida do mundo, capaz de se deslocar a 20km/h. No entanto, usa essa velocidade para escapar do perigo e para atacar as suas presas. Tem um bote muito rápido e seu veneno causa paralisia, podendo levar a vítima à morte se não for tratada rapidamente. Se a picada for na região do pé ou na canela pode levar de 2 a 4 horas para a vítima vir a morte; ser for picada na região do tórax ou rosto as vítimas morrem em menos de 20 minutos.

Habita as savanas e florestas africanas.

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domingo, 3 de outubro de 2010

Animais Perigosos

A Austrália é um país indiscutivelmente lindo e cheio de recursos naturais. No entanto, é preciso lembrar que além das belezas, a grande ilha também conta com diversos perigos naturais. São ameaças características desta rica fauna e flora australiana, desenvolvida ao longo de milhares de anos para poderem se adaptar a natureza local. Abaixo será possível conferir cada um destes perigos e descobrir um pouco sobre o poder destes predadores e plantas venenosas.

Vale lembrar que apesar destes animais serem perigosos, acidentes com seres humanos são bastante raros e o governo australiano é bastante cauteloso e alerta quanto a isso, resultando em um controle intenso das áreas de risco. De qualquer maneira, alguns cuidados são necessários com os seguintes bichinhos:



Box Jellyfish

Um dos mais mortais animais na face da Terra, também chamada de Sea Wasp (Vespa Marinha). Trata-se de uma água-viva, com corpo meio quadrado e encontrada no Norte e no Nordeste da Austrália. Ela pode ser encontrada ao longo dos dois mil quilômetros de extensão da Barreira de Corais. Seu perigo vem da toxina presente nos tentáculos de mais de um metro de comprimento. O contato com a Box Jellyfish é tão dolorido que mais parece um choque elétrico do que uma queimadura. A vítima, provavelmente sairá do mar gritando até desmaiar na areia com marcas no corpo parecidas com chicotadas. Dependendo da extensão da área afetada, uma parada cardiorespiratória pode ocorrer em menos de 3 minutos, sendo necessária massagem cardíaca. A Box Jellyfish é responsável por mais mortes na Austrália do que tubarões, crocodilos e cobras. Aplicar vinagre nas áreas queimadas não serve como antídoto, já que não é 100% eficaz. No entanto, sua aplicação diminui os efeitos da toxina e reduz um pouco a dor. Os Box Jellyfish costumam aparecer nas praias durante o verão, entre os meses de novembro e março.


Crocodilo de água salgada

A região de Cairns, no nordeste australiano é repleta de crocodilos de água salgada. São imensos e chegam a medir sete metros. São extremamente fortes, robustos e protegidos por leis ambientais, o que torna fácil sua presença. Carne humana não é a favorita dos “crocks”, mesmo assim, atacam qualquer coisa que se mova ao redor de seu território. Nem mesmo os tubarões estão imunes a esta regra dos crocodilos, uma vez que este bicho pode incluir até 200 quilômetros mar a dentro em seu território imaginário. Ao contrário de outros crocodilos de água doce, o de água salgada nada e dorme no fundo das águas. Com isso, se torna mais difícil que esse animal de boca grande seja visto por sua vítima.


Blue-Ringed Octopus

O polvo de anéis azuis habita tocas na Grande Barreira de Corais. Não são agressivos e temem os seres humanos, mas se forem agarrados, liberam o veneno fatal contido em seus ferrões. O corpo deste polvo é cheio de anéis azuis fluorescentes. O animal é lindo e a ferroada é inesquecível.


Concha de cone da Barreira de Corais

Trata-se de um crustáceo todo rajado, e que algumas vezes apresentando listas em zig-zag preto e branco ou preto e marrom, habita a Grande Barreira de Corais. Não deve ser pega de forma nenhuma, pois possui um ferrão venenoso. A vítima deve ser tratada como se tivesse levado uma picada de cobra.


Peixe Escorpião & Peixe Pedra

Estes são dois animais interessantes com longos espinhos venenosos nas costas. Apesar de não ser letal na maioria dos casos, provoca uma dor forte. Em qualquer um dos mares da Austrália, use sapato para andar em regiões de corais ou locais com pedras.


Funnel Web e Red Back

Estas duas aranhas são comuns em qualquer parte da Austrália. A Funnel Web é mais encontrada no estado de New South Wales e a picada é violenta. A Red Back que parecida com a viúva negra, tem um risco vermelho na parte de trás e é comum em muitas residências australianas, inclusive dentro de grandes cidades. Vive escondida e sua picada pode ser letal caso não seja tratada imediatamente. Apesar da maioria dos banheiros em beira de estrada serem limpos pelo pessoal das prefeituras diariamente, recomenda-se vistoriar em baixo das tampas e assentos dos vasos sanitários antes de sentar, pois como vivem em grupos também picam em grupo e nesse caso há grande risco de vida.


Canguru

O canguru não é uma ameaça venenosa ou tão pouco se trata de um animal carnívoro. No entanto, pela imensa quantidade de Cangurus espalhados pela Austrália, encontrar um pelas estradas é muito comum. O risco de atropelamento é muito alto. Para quem não sabe, canguru na Austrália é quase uma praga. Eles andam soltos no campo e nas margens das estradas em qualquer lugar fora das grandes cidades. Por conta disso, o governo da Austrália liberou a exterminação de 15.000 cangurus em 2003 e a cada ano estabelece uma cota de acordo com o crescimento populacional. A região de Camberra, capital do país, é a que mais sofre com a presença destes animais.


Tubarões

Na Austrália é possível encontrar estes animais onde menos se espera, como por exemplo, em canais das grandes cidades. Os canais da Austrália servem de berçários de vários peixes, inclusive tubarões. Depois que crescem, acolhidos pela boa vizinhança, eles se recusam a voltar para o mar aberto e permanecem infestando as águas. O perigoso tubarão branco é protegido por lei na Austrália e apesar de ser o maior e mais temido, o que causa maior estrago na Austrália é o tubarão boi. Os piores períodos para entrar na água são as primeiras horas de luz da manhã e no final do dia, e principalmente à noite nos canais. Os Tubarões Boi preferem essas horas, principalmente quando a água está um pouco turva. Apesar de tudo o que se diz sobre o terror dos tubarões, os números acalmam. Apenas dez pessoas no morrem por ano no mundo morrem devido a ataque de tubarão, enquanto 150 morrem anualmente em conseqüência de queda de coco na cabeça. A Austrália foi a segunda colocada no mundo, no ano de 2004, em ataques de tubarões, perdendo apenas para os Estados Unidos. No entanto, foi a primeira em ataques sucedidos de morte.


Cobras

Das dez cobras mais venenosas do mundo, oito são australianas. Aliás, a Austrália está invicta entre o primeiro e o sexto lugar desta lista. A Taipan é a cobra terrestre mais venenosa. Para se ter uma idéia, o veneno de um filhote é suficiente para matar 100 homens com uma só dentada. Em segundo lugar, com 99 adultos por dentada, vem a Brown Snake, seguida pela Tiger Snake, ocupando o terceiro lugar com somente 98 adultos por dentada.

Stingray

Conhecido no Brasil como arraias, o Stingray possui um ferrão na cauda, que pode chegar a 20 cm de comprimento e possui uma bolsa de veneno que é injetado na pessoa que pisar ou agarrar. Elas são bastante dóceis e normalmente fogem dos humanos. Apesar de não ser letal, a toxina contida no ferrão da Stingray causa dores terríveis que podem perdurar por até 6 meses.


Atenção

Ao viajar pelo nordeste ou norte da Austrália, sempre pergunte à população local sobre a presença de crocodilos ou água-viva. Muitas vezes um rio com águas convidativas para um mergulho pode representar perigo. Praias imaculadas, sem uma única pegada humana, com coqueirais, águas transparentes quentes e calmas podem estar lotadas com crocodilos, box jellyfish, irucandjis e tubarões, todos juntos, torcendo para você entrar na água. Tenha cuidado. Pergunte sempre!

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Venenosos e peçonhentos

Normalmente, quando se fala em animais perigosos, as pessoas logo pensam em animais ferozes, de grande porte - como tigres e leões. O porte, no entanto, não representa necessariamente um alto grau de periculosidade, como se vê pelos elefantes.

Além disso, muitas vezes, o perigo pode estar escondido em animais muito pequenos e aparentemente inofensivos, mas que podem matar rapidamente aqueles que atacam.

É o caso do sapo-veneno-de-flecha, pertencente ao gênero Dendrobates. Um único espécime desses pode conter até 1.900 microgramas de uma certa toxina, da qual apenas 200 microgramas podem ser fatais, inclusive para a espécie humana.

Este sapo era utilizado amplamente por algumas tribos de índios sul-americanos, que dele extraíam veneno para mergulhar a ponta das setas de suas zarabatanas, utilizadas na caça.

Existem ainda a perereca venenosa vermelha e azul (Dendrobates pumilio), a perereca venenosa verde e preta (Dendrobates auratus) e a perereca venenosa de faixa amarela (Dendrobates leucomelas). Esta última integra a grande variedade de batráquios existentes no Brasil.

Venenosos e peçonhentos

Naturalmente, ao se pensar em animais venenosos, muito antes dos sapos, vêm à mente as cobras, que não têm a aparência inofensiva dos batráquios.

Antes de falar das cobras, porém, vale a pena fazer uma distinção entre venenoso - isto é, o animal que produz a toxina, mas não tem estruturas inoculadoras, como as rãs acima citadas - e peçonhento - o animal que além de produzir a toxina possui estruturas para sua inoculação, as serpentes, por exemplo, possum presas para inocular o veneno em suas vítimas.

Entre as serpentes peçonhentas, a mais conhecida no Brasil talvez seja a cascavel, do gênero Crotalus, com seu célebre guizo emitindo um sinal de ataque iminente. No entanto, são as jararacas, do gênero Bothrops, as responsáveis por cerca de 90% dos acidentes com cobras registradas no Brasil.

A cobra surucucu, do gênero Lachesis, é o maior dos ofídios peçonhentos do país, podendo atingir até 3,5m de comprimento. A Lachesis muta muta, um dos espécimes do gênero, pode ser encontrada tanto na Amazônia quanto na Mata atlântica - o que significa que ela está presente no Brasil em toda a sua extensão longitudinal.

Cobras corais verdadeiras e falsas

A cobra coral verdadeira, pertencente ao gênero Micruru, também é encontrada em todo o Brasil. No entanto, trata-se de uma serpente de pequeno e médio porte (até um metro de comprimento) e respondem por somente 0,5% dos acidentes com ofídios no país.

O nome coral verdadeira significa, sim, que existe uma falsa coral. Ou melhor, várias: a Phalotris mertensi, a Oxyrhopus guibei, a Oxyrhopus rhombifer e a Apostolepis dimidiata. Sua semelhança com a coral verdadeira é de grande utilidade, pois mantém eventuais predadores afastados.

Convém lembrar que há cobras perigosas que, no entanto, não são peçonhentas: é o caso da jibóia (Boa constrictor) e da sucuri ou anaconda, do gênero Eunectes, do qual há três espécies (murinus, notaeus e deschauenseei. Possuem grande dimensões e são cobras constritoras, que se enrolam nas vítimas, esmagando seus ossos ou asfixiando-as.

Um dragão de verdade

No âmbito dos répteis peçonhentos, um caso muito particular é o dregão de komavo (Varanus komodoensis). Este é um dos animais mais antigos da Terra, bem anterior ao homem. Ele é muito temido, pois mesmo uma pequena mordida sua pode ser fatal: em sua boca existem centenas de bactérias que são inoculadas na corrente sanguínea de sua vítima.

Desse modo, sua presa, depois de contaminada, agoniza por alguns dias, até morrer. Somente quando o animal morto estiver em estado de putrefação é que o dragão de Komodo vai realizar o seu farto banquete... Felizmente, este animal só é encontrado na ilha de Komodo, na indonesia . Por suas grandes dimensões e agressividade, ele não teme o ser humano e o ataca.

Perigosos até debaixo da água

Todavia, animais peçonhentos não se encontram somente em terra firme ou terrenos alagadiços. Há vários peixes peçonhentos, como o peixe-leão, o Pterios volitans. O que o faz famoso é a peçonha que carrega em sacos na base de cada nadadeira dorsal e lateral. Trata-se de uma neurotoxina com efeito variável dependendo do organismo em que é inoculada.

É necessário muito cuidado ao manusear esses peixes, pois um simples raspão em suas nadadeiras pode liberar a peçonha, que provoca dor intensa no local da ferida, inchaço, bolhas e manchas na região afetada.

Entre os peixes, ainda podem ser citadas outras espécies: os mandis-amarelos (Pimelodus maculatus), o mandi-chorão (Pimelodella sp), os surubins pintados e as cacharas (Pseudoplatystoma sp). Os mandis têm ferrões peçonhentos, que podem causar dor intensa por algumas horas, além de provocar infecções.

Os surubins e cacharas têm ferrões serrilhados perigosos, mas sem a presença de peçonha. Já as arraias de água doce (família Potamotrygonidae) possuem peçonhas fortes que provocam dores intensas por até 24 horas e feridas no ponto de entrada do ferrão.

domingo, 8 de agosto de 2010

Conheça os 10 animais mais mortíferos do mundo, alguns parecem até inofensivos, mas é só aparência mesmo. Veja:

Mosquito


É isso mesmo, maior parte dos mosquitos só causam coceiras, mas alguns são capazes de transportar parasitas da malária e da dengue. Estas pragas são responsáveis pela morte de mais de 2 milhões de pessoas por ano.

Cobra asiática


Conhecida também como cobra Naja. Das 50 mil mortes por ano devido picadas de cobras, a cobra asiática é responsável pela grande parte. Não é a mais venenosa, mas é a que mais pica e mata pessoas.

Box Jellyfish


Habita o Norte e Nordeste da Austrália. Um dos mais mortais animais na face da Terra. A toxina presente nos tentáculos que chegam a muitos metros de comprimento é tão forte, que os poucos sobreviventes de um encontro com este animal, descrevem a dor como se fosse um choque elétrico constante. A pessoa normalmente grita de dor e acaba desmaiando. Dependendo da gravidade dos ferimentos, causa parada cardiorrespiratória

Tubarão branco


Sangue na água por excitar este animal facilmente em busca de alimentação. Mordem qualquer coisa que se mova próximo dele. Chegam a medir 8 metros e pesar quase 2 toneladas. Sua mordida é quase suficiente para engolir um homem em pé.

Leão Africano


Grande felino, perfeito caçador. É apelidado de o “rei dos animais”, pois se encontra no topo absoluto da cadeia alimentar terrestre, entre os animais irracionais, é claro.

Crocodilo Australiano da água salgada


São monstros de até 7 metros de comprimento, extremamente fortes. Na Austrália existem em grandes quantidades nas praias, rios e canais, pois são protegidos por lei. A carne humana não é sua favorita, mas atacam quaisquer coisas que estiver próxima, inclusive tubarões.

Elefante


Muitos pensam que os elefantes são amigáveis igualmente o personagem dos desenhos animados, Dumbo mas não bem esta a realidade. Elefantes matam mais de 500 pessoas por ano.

Urso Polar


Parece um ursinho de pelúcia, tão bonitinho, mas estes lindos bichões podem facilmente arrancar a cabeça de uma pessoa. Seriam capazes de comer elefantes.

Cape Buffalo


É um búfalo africano, o maior de todos, tanto no corpo, quanto no chifre. O verdadeiro perigo com este animal é quando surge uma manada correndo em sua direção

sapo


Conhecido por sapinhos ponta-de-flexa, são animais de cores vivas, vermelho, azul, verde e amarelo. A cor serve para avisar aos predadores que é um bichinho muito perigoso. Cada sapinho produz toxinas suficientes para matar até 10 pessoas.