quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Os 4 animais mais venenosos e perigosos do mundo


A variada fauna terrestre dá espaço para animais inofensivos e domesticáveis, mas também abriga algumas criaturas extremamente perigosas e até letais para o ser humano, algumas escondidas em cantos isolados do planeta.
Mas nenhum deles é segredo: a Odd Stuff Magazine fez uma lista com os animais que ela considera como os mais venenosos e perigosos da Terra. A maioria é bastante rara – mas dificilmente as vítimas de picadas desses bichos costumam ter a chance de viver para ter outro encontro com eles.

Aranha-teia-de-funil australiana (Atrax Robustus)

Os 4 animais mais venenosos e perigosos do mundo (Fonte da imagem: Reprodução/Odd Stuff Magazine)
Existente em uma área de 100 km² em Sydney, na Austrália, essa espécie de aranha tem um veneno que facilmente leva a vítima a um infarto. Seu corpo (sem contar as patas) varia de 1 a 5 cm e as fêmeas costumam ser maiores que os machos, além de serem seis vezes mais letais.
Elas aparecem nas cores azul e preta, com um brilho característico. Desde 1980, um soro para picadas da teia-de-funil previne um grande número de mortes. Exceto humanos e macacos, nenhum outro mamífero sofre os efeitos de seu veneno.

Mamba Negra (Dendroaspis polylepis)

Os 4 animais mais venenosos e perigosos do mundo (Fonte da imagem: Reprodução/Odd Stuff Magazine)
Famosa por dar nome a uma personagem e matar outro nos dois volumes de “Kill Bill”, a mamba negra é igualmente perigosa na vida real. Agressiva e de veneno mortal, ela é a maior cobra venenosa da África, podendo chegar a 3,2 metros de comprimento.
É também uma das cobras mais rápidas do mundo, podendo se deslocar a até 20 km/h. Outro fato interessante é que o nome não diz respeito à coloração do animal em si, mas ao interior da boca do bicho, que é completamente negro.

Stonefish (Synanceia)

Os 4 animais mais venenosos e perigosos do mundo (Fonte da imagem: Reprodução/Odd Stuff Magazine)
Não confunda com os peixes-pedra, comuns em litorais brasileiros. Esses aqui são os peixes mais venenosos do mundo – e suas estocadas causam envenenamento e até a morte, se não forem tratadas. Normalmente, o contato acontece quando alguém pisa no animal, cujo veneno fica na espinha dorsal.
Confundidos facilmente com pedras ou corais, eles sobrevivem até um dia fora da água. O remédio para acidentes com o bicho é o segundo mais administrado na Austrália.

Água-viva-juba-de-leão (Cyanea capillata)

Os 4 animais mais venenosos e perigosos do mundo (Fonte da imagem: Reprodução/Odd Stuff Magazine)
Águas-vivas trazem receio por natureza, mas o medo é grande só de imaginar em se deparar com uma dessas. A espécie gigante aparece em várias fotos que circulam pela internet, já que a recordista mundial até agora tem um diâmetro de 2,3 metros e tentáculos de quase 40 metros. Mas ela é rara: só habita águas geladas do Ártico, Atlântico e Pacífico Norte.

Bônus: Solífugos (Solifugae)

Os 4 animais mais venenosos e perigosos do mundo (Fonte da imagem: Reprodução/Funny2K)
Não muito conhecida da população em geral, a ordem dos invertebrados solífugos é composta por animais chamados de “falsas aranhas” ou "aranhas-camelo", já que são similares em aparência aos aracnídeos, mas pertencem a outra classificação.
Mais facilmente encontradas em desertos, algumas espécies podem crescer a até 30 cm – o que faz com que os solífugos sejam protagonistas de várias lendas urbanas sobre seu tamanho e potencial para matar. O que assusta neles é só o tamanho: sem peçonha, as "aranhas-camelo" atacam com mordidas que infeccionam facilmente, mas quase não levam à morte.


sexta-feira, 19 de agosto de 2011

5 animais marinhos que você não acredita que podem te matar

Ou é pequeno demais, ou é fofinho demais, ou é colorido demais. Você sempre olhou pra algum desses na TV e pensou: “Essa merdinha não faz nada“. Pois faz.
Veja nessa lista (com mais texto que o de costume) que alguns animais não são bem o que parecem ser. Seja prudente e mantenha distância de todos, principalmente do último.

1- Irukandji




Você provavelmente já ouviu falar da “Vespa-do-mar“, a água-viva mais venenosa do mundo. Conheça a sua prima: a Irukandji, que na língua nativa significa”Porque essa merda existe?”. Mentira. Ah, e ela mora na Austrália, onde tudo quer te matar.





Ela é do tamanho da ponta do seu dedo e transparente. Fácilmente identificável, não? Ela carrega o mesmo veneno da vespa-do-mar, em menor concentração, mas faz muito mais vítimas por ser pequena demais pra se ver.





Passam por redes de proteção, entram dentro de roupas de mergulho e também podem atravessar sua cueca e, bem… você não iria querer isso. Depois de 5 minutos do contato com essa geléia maldita, você tem náuseas, dores insuportáveis, seus rins param de funcionar e tem uma resposta psicológica inevitável de um sentimento pré-morte. Esse desespero pode se arrastar por dias, sabe porque? Não tem cura.

2- Conus



“Ahahaha olha esse caramujo que morreu afogado” provavelmente será a reação de alguma criança desprevinida que avistar o Conus. O que pode ser uma má idéia, já que esse animal tem um pequeno dente ligado a uma glândula de veneno letal.





E ele pode lançar esse harpão-da-dor-moderfoker em qualquer alvo, inclusive você. Um pequeno Conus pode te dar uma ferroada que vai doer como uma picada de abelha ou vespa, que já é bem desagradável mas não causa nenhum problema mais grave.





Os grandes? Eles atiram com força e velocidade suficiente para atravessar luvas grossas e causam inchaço, dor extrema, paralisia muscular e ainda você pode ficar com uma visão psicodélica vendo tudo através do olhar de um viciado em LSD. Ah, e se não for tratado, você morre.

3- Ornitorrinco



O ornitorrinco parece uma brincadeira de mal gosto de alguém de lá de cima. “Vou botar um mamífero peludo com bico e pata de pato. Ah, pérai. Vou por veneno nas pernas dele também.”





Ele é um dos únicos mamíferos (e digo mamífero porque ele dá leite, senão a classificação dele seria algo bem diferente), que são venenosos. Porque existe uma criatura assim no mundo? Porque ele mora na Austrália. E lá, se você não for muito bizarro, você não se enturma.





A caça do ornitorrinco é bem peculiar: ele detecta vibrações elétricas de contrações musculares das suas vítimas para atacá-las. Bacana, né? Nem tanto. O veneno dele não vai te matar, mas vai fazer você desejar estar morto, e pode durar por meses.

4- Lula Pfeffer’s flamboyant



Com um nome ridículo desse que mais parece um drink chique ou o nome de algum bar gay, você nunca esperaria o mal que essa lula pode te fazer. Afinal, como ficar preocupado com algo tão pequeno e colorido?





Ele só precisa de um implante de nádegas e silicone nos peitos e ele já está pronto para desfilar no carnaval! Mas espere, lembre-se que tudo que é colorido (pelo menos na natureza) é venenoso. E essa é a única lula venenosa do mundo.





A Lula Pfeffer’s flamboyant tem um veneno mortal absoluto e corre por suas veias. Aliás, corre por todo seu corpo. Desde sua pele, tentáculos, olhos, tudo é venenoso nesse animal, o que acaba com toda a graça, né?

5- Golfinhos



Um golfinho na lista? Ah, os golfinhos. Os maconheiros preguiçosos do mar. Adoram passar o tempo dando um rolê por aí, comendo sashimi com escamas, dando saltos mortais na água. Sim, golfinhos são demais.





Exceto pelo fato de que são doentes depravados que praticam infanticídio entre sua própria espécie e estupro em massa. Sim, estupro em massa. Além disso, eles espancam propositalmente Botos até a morte por pura diversão.



Golfinhos também são conhecidos por se aproximar de mergulhadores com intenções suspeitas e se esfregarem neles até obter algum tipo de prazer sexual. E por eles serem tremendamente mais fortes e ágeis que os humanos, as suas vítimas sexuais normalmente saem doloridas desse encontro. Pelo menos uma morte de mergulhadores registrada por ano é atribuida aos golfinhos.

sábado, 27 de novembro de 2010

RATOS CONHECENDO OS PERIGOS

Os ratos possuem uma linguagem especial para situações de perigo: o cheiro, que funciona como alerta para os companheiros, tornando-os mais ativos e menos sensíveis.

A sobrevivência de uma espécie muitas vezes depende da capacidade de comunicação entre seus membros. Os sons emitidos por um animal acossado podem fazer a diferença entre a vida e a morte para seus iguais, ao alcance de um inimigo mais poderoso. Mas a comunicação pode ser silenciosa e nem por isso menos eficiente. Certas espécies de ratos, por exemplo, tem uma linguagem peculiar, própria para situações de perigo - o cheiro. Numa série de experiências, psicólogos norte-americanos verificaram que ratos submetidos ao estresse por meio de choques elétricos produzem cheiro específico, que funcionam como um verdadeiro sinal de alarme. Pois, ao sentirem o odor, outros ratos entram imediatamente em estado de alerta: tornam-se mais ativos e menos sensíveis à dor.

Essa perda de sensibilidade foi testada com aplicação de injeções de formalina, substância que provoca irritações locais leves. Em condições normais, os ratos ficam lambendo a área afetada sem parar; mas, expostos ao cheiro do perigo, lambem menos o lugar irritado. Isso se explica, como se descobriu, porque o mesmo cheiro estimula o cérebro a produzir endorfina, um analgésico natural dos organismos. Aparentemente, menos sensibilidade deveria significar chances menores de sobrevivência. Mas, no mundo dos ratos, o perigo geralmente envolve uma dor, que precisa ser ignorada. Atacado por um gato, o rato deve saber safar-se e sair correndo: não lhe sobra tempo para lamber feridas.

MORCEGOS

Animais do filo Chordata, classe Mammalia, subclasse Theria, infraclasse Eutheria, ordem Chiroptera, subordem Microchiroptera, sendo as família mais comumente encontradas a dos Noctilionidae e Phyllostomidae. Duas formas são mais comuns de serem encontradas: o morcego-pescador (Noctilio leporinus) e o morcego-de-orelhas-grandes (Micronycteris). Pode ser observado nas primeiras horas da noite, onde ocorra bastante vegetação frutífera ou lago com pequenos peixes. Em geral, estas duas espécies alcançam no máximo 18 cm de comprimento. Os morcegos, em geral, são os únicos mamíferos verdadeiramente voadores. Os demais mamíferos conhecidos como voadores na realidade são apenas planadores. A membrana existente nos lados do corpo, pernas e rabo são nada menos que extensões da pele das costas e do ventre. São elásticas e finas, sustentadas em maior parte pelos longos dedos da mão, daí o nome quirópteros (Chiroptera: chiro, mão; ptero, asa). Apenas o polegar não está conectado diretamente com a membrana de vôo. Este é pequeno e possui uma em forma de gancho e freqüentemente é usado para agarrar sobre a superfície em que o morcego pousa.

Em várias famílias está presente um lóbulo sobre o nariz e provavelmente possui uma função sensorial, assim como o trago, que é um lóbulo localizado em frente ao orifício do ouvido. Aparentemente, um grande número de cones (um dos tipos de células sensoriais da visão) está desenvolvido na retina em função da atividade noturna do animal. Em muitas espécies estão presentes glândulas de cheiro que produzem um forte odor.

Os morcegos variam muito de tamanho, segundo a espécie, sendo que estes podem medir de 25 a 406 mm de comprimento e a envergadura pode chegar a medir até 170 cm. Os hábitos alimentares são muito diversos, sendo que há as espécies insetívoras (que usualmente seu alimento enquanto voam e eventualmente podem se alimentar de frutas), frutíferas, sugadoras de néctar, carnívoras (se alimentando de pequenos vertebrados, como sapos, pássaros, lagartixas e ratos), piscívoras e hematófagas.

São animais cosmopolitas ocorrendo em todo o mundo, com exceção dos pólos. Essencialmente de hábitos noturnos, escondem-se de dia em cavernas, telhados, buracos em troncos de árvores e até sob densas folhagens da vegetação. Penduram-se de cabeça para baixo para descansar, devido ao grande comprimento dos dedos. Durante o crepúsculo, saem de seus esconderijos a procura de alimentos e voltam ao alvorecer, geralmente para o mesmo lugar que estavam escondidos. Nos países frios os morcegos podem hibernar durante a estação fria. Uma adaptação especial está presente nestes animais, devido ao hábito noturno. É a ecolocalização. O animal emite sons de altíssima freqüência (não audíveis para o ser humano) que são refletidas quando batem nos objetos ou animais e captadas de volta pelas grandes orelhas dos morcegos. Essa adaptação foi comprovada cientificamente em experimentos de laboratórios, soltando se um morcego e uma mariposa em um quarto totalmente escuro. Ainda assim o animal conseguiu localizou a presa. Por isso, mesmo se vedarmos os olhos de um quiróptero, este conseguirá se movimentar tranqüilamente. No entanto, isso não significa que estes animais são cegos, pelo contrário, apresentam uma visão altamente adaptada para o escuro. Portanto, a visão e a ecolocalização formam um sistema muitíssimo eficiente para o deslocamento noturno.

Machos e fêmeas convivem muito bem em uma mesma toca e estes acasalam em uma determinada época. As fêmeas, geralmente, possuem apenas um par de mamas desenvolvido localizado na região torácica. A maioria dos morcegos costuma ter apenas um filhote por ano. Podem viver de 13 a 30 anos, segundo casos relatados. Muitos acreditam que todos os morcegos são vampiros, mas na verdade há apenas três espécies hematófagas. Estas apresentam uma saliva anestésica que é aplicada sobre a pele de mamíferos anestesiando a região, enquanto o animal dorme. Feito isso, o morcego morde a região e lambe o sangue que escorre. Este hábito do morcego é perigoso não pela mordida, mas pelas infecções e doenças que este pode provocar, como a raiva, por exemplo. Há uma crença que afirma que os ratos tornam-se morcegos quando velhos. Embora pareçam muito com ratos, os morcegos (ou os ratos) não podem se transformar em nada, isso ocorre somente em histórias infantis.

sábado, 13 de novembro de 2010

MUITO PERIGOSO AO HOMEM OS CUIDADOS COM O PEQUENINO ESCORPIÃO

Um dos principais riscos que a população corre com o acúmulo de material no quintal das residências vem do escorpião. Por incrível que possa parecer, ele é importante no equilíbrio ecológico. Alimenta-se, por exemplo, de insetos que trazem doenças ao homem.

Porém, ao lado de animais como o mosquito da dengue, o escorpião surge como uma ameaça à saúde da população. Sua presença pode ser sentida em meio a materiais comuns nas residências, como jornais empilhados ou material de construção que fica para o retoque final. Até mesmo aquilo que parece ser um sinal de limpeza pode gerar risco, relata o assessor do Departamento de Zoonoses da Secretaria da Saúde de Limeira, Paulo Baraldi. "Muita gente faz um simples `caminho` no meio de uma horta, usando geralmente restos de piso ou pedras", afirma Baraldi. "Nesses pontos, o escorpião pode se esconder".

A secretaria tem realizado ações para combater aquilo que classifica de fauna nociva. Reuniões mensais juntam órgãos municipais, estaduais e privados que podem colaborar no combate a esses animais. Nos encontros, as ações são discutidas.

Ao mesmo tempo, a secretaria tem acompanhado o procedimento dos hospitais no atendimento aos pacientes vítimas de acidentes com escorpiões. Esses animais geraram 60 acidentes nos últimos 3 meses na cidade. "Os escorpiões só causam acidentes quando provocados. A picada é bastante doída", afirma Baraldi. A pessoa deve buscar socorro médico tão logo seja picada, tentando levar junto o escorpião, para que possa haver a identificação do animal.

Veja algumas dicas, que estão no site da secretaria - www.saudelimeira.sp.gov.br.

Que perigo oferecem e como evitar?
Escorpiões são animais importantes no equilíbrio ecológico. Alimentam-se de aracnídeos e insetos, inclusive aqueles que prejudicam o homem.

Os escorpiões só causam acidentes quando provocados.

Apesar da importância, um número muito grande de escorpiões acaba sendo prejudicial.

O lixo e o entulho da cidade estão criando condições para um aumento excessivo desses seres.

Saiba mais sobre os hábitos dos escorpiões, que riscos oferecem e como evitá-los.

Onde vivem, o que comem
Escorpiões gostam de lugares escuros, estreitos, úmidos e escuros. Lixo, entulho, pilhas de madeira, depósitos de garrafas, pilhas de jornal, material de construção, terrenos baldios, sujeira, criam um ambiente perfeito para os escorpiões.

Comem baratas, cupins, grilos e aranhas. Não sobrevivem sem água.

Como acontecem os acidentes
Escorpiões são ativos à noite. Durante o dia permanecem imóveis, escondidos em lugares escuros e úmidos.

As picadas são quase sempre acidentais e ocorrem quando as pessoas mexem nos materiais onde os escorpiões estão escondidos, sem a proteção de luvas grossas – como as de raspa de couro.

É comum serem confundidos com o ambiente, ou parecerem mortos. Não mexa em um escorpião, mesmo que ele pareça morto.

A picada de um escorpião é doída. Qualquer pessoa que levar uma picada deve procurar o pronto-socorro da Santa Casa. Se possível, leve junto o escorpião.

Para manter os escorpiões longe
Para diminuir o risco de um acidente, é muito importante acabar com os “criadouros”. Veja a seguir coisas simples que você pode fazer para ajudar na solução dos problemas com os escorpiões.

Conserve quintal, jardim, garagem e porão livres de entulho, folhas secas ou lixo.

Nunca deixe lixo ou coisas velhas acumuladas em volta da casa.

Procure sacudir roupas, toalhas e calçados antes de usar.

Material de construção, madeiras, garrafas, devem ser empilhados longe do chão, da parede e do teto, em local bem arejado.

Feche buracos, vãos e frestas das paredes, chão ou móveis, de dentro e de fora da casa.

Vede soleiras de portas.

Ponha telas nos ralos do chão, pias e tanques. Se suas portas não são vedadas, ao anoitecer, feche os vãos das portas que dão para a rua e para o quintal.

O lixo deve ser fechado em sacos, para evitar baratas e outros insetos que poderiam atrair o interesse dos escorpiões. Coloque os sacos na rua apenas 1 hora antes do lixeiro passar.

Limpe cuidadosamente com vassoura de piaçava armários (por dentro e por fora), paredes, pisos, móveis, estrados de cama, cortinas, etc.

Use luvas grossas ao trabalhar com materiais de construção.

Evite ter plantas ornamentais densas, arbustos e trepadeiras junto a paredes e muros da sua casa.

Fique atento aos terrenos vizinhos a sua casa, terrenos baldios são um convite para escorpiões e baratas.

Na área rural, tome cuidado com barrancos, cupinzeiros e troncos de árvore abandonados.

Importante
Inspecione todo material que chega, principalmente material de construção.

Proteja-se usando calçados fechados ou botas de borracha, luvas, camisas de manga longa abotoadas.

Utilize sempre um instrumento como enxada ou vassoura.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

os perigos das cinco piores cobras do mundo

Há pouca razão para temer a morte devido à mordedura de serpentes. Apenas um quarto das cobras é peçonhenta, e dentre as 7.000 mordidas de cobras registradas na América por ano, menos de 15 vítimas morrem. Porém, dentre essas 15 pessoas, estão aquelas que foram picadas por cobras mortais. Conheça as 5 cobras mais perigosas do Mundo:

Inland Taipan

A espécie inland taipan (Oxyuranus microlepidotus) é considerada a cobra mais venenosa do mundo. Possui um veneno hemotóxico potente e complexo (que faz o sangue se liquifazer, destruindo as células sanguineas, podendo ocorrer hemorragias internas), inoculado através de duas presas fixas que tem na parte posterior da boca, capaz de matar um ser humano em menos de 45 minutos. Estima-se que o veneno disponível em suas presas seria capaz de matar 100 homens ou 250.000 ratos. A espécie taipan comum, por sua vez, é considerada a terceira cobra mais venenosa do mundo. É da mesma família da cobra Coral e Naja.

São encontrados principalmente no norte da Austrália e sul da Nova Guinea.

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Naja – Phillippine

A Naja Phillippine é a segunda cobra mais mortal do planeta. Com seu tamanho pequeno, essa cobra possui um dos venenos mais mortais do mundo. Com apenas uma gota de veneno, a neurotoxina afeta os batimentos cardíacos, paralisa função respiratória e pode causar a morte em menos de 30 minutos. A Naja é capaz de cuspir o seu veneno até 3 metro de distância.

Encontradas principalmente nas ilhas de Luzon, Mindoro, Catanduanes e Masbate.

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Indian Krait

Essa cobra, que ocupa o terceiro lugar da lista, possui uma coloração negra azulada com faixar brancas sobre o corpo. Por ser extremamente potente, o veneno da Krait é se espalha rapidamente nas veias sanguineas, causando paralisia muscular. A vítima começa a ter espasmos, cãibras, tremores que comprometem o funcionamento dos orgãos.

Essa belezinha é encontrada principalmente na Índia, Paquistão e Srilanka.

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King Cobra ou Cobra-Real

Apesar de não ter um veneno excessivamente virulento (com uma toxicidade inferior à da maioria das suas “primas”, as najas), possui a capacidade de inocular grandes quantidades por mordida, o que a torna uma das serpentes mais letais. Numa só mordida ela pode libertar até sete mililitros de neurotoxina, suficiente para matar 20 pessoas ou até um elefante. Porém, tal como a maioria das cobras, é tímida e evita o contacto com o homem e só se for acossada se torna ferozmente agressiva.

Encontradas no Sudeste Asiático e Índia.

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Mamba-Negra ou Black Mamba

É a cobra mais rápida do mundo, capaz de se deslocar a 20km/h. No entanto, usa essa velocidade para escapar do perigo e para atacar as suas presas. Tem um bote muito rápido e seu veneno causa paralisia, podendo levar a vítima à morte se não for tratada rapidamente. Se a picada for na região do pé ou na canela pode levar de 2 a 4 horas para a vítima vir a morte; ser for picada na região do tórax ou rosto as vítimas morrem em menos de 20 minutos.

Habita as savanas e florestas africanas.

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